Diocese de Aveiro

Diocese de Aveiro

Em linha

Temos 8 visitantes em linha
Loading Clock...
2010 é Ano Jubilar Compostelano porque:
 

MJ224772_01.JPG

Calendário de Actividades

Setembro 2010
D S T Q Q S S
29 30 31 1 2 3 4
5 6 7 8 9 10 11
12 13 14 15 16 17 18
19 20 21 22 23 24 25
26 27 28 29 30 1 2

Visitantes

Membros : 59
Conteúdo : 35
Favoritos web : 6
Visualizações de conteúdos : 38812
«Quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado» PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A liturgia deste domingo propõe-nos uma reflexão sobre alguns valores que acompanham o desafio do “Reino”: a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado.
O Evangelho coloca-nos no ambiente de um banquete em casa de um fariseu. O enquadramento é o pretexto para Jesus falar do “banquete do Reino”. A todos os que quiserem participar desse “banquete”, Ele recomenda a humildade; ao mesmo tempo, denuncia a atitude daqueles que conduzem as suas vidas numa lógica de ambição, de luta pelo poder e pelo reconhecimento, de superioridade em relação aos outros… Jesus sugere, também, que para o “banquete do Reino” todos os homens são convidados; e que a gratuidade e o amor desinteressado devem caracterizar as relações estabelecidas entre todos os participantes do “banquete”.
Na primeira leitura, um sábio dos inícios do séc. II a.C. aconselha a humildade como caminho para ser agradável a Deus e aos homens, para ter êxito e ser feliz. É a reiteração da mensagem fundamental que a Palavra de Deus hoje nos apresenta.
A segunda leitura convida os crentes instalados numa fé cómoda e sem grandes exigências, a redescobrir a novidade e a exigência do cristianismo; insiste em que o encontro com Deus é uma experiência de comunhão, de proximidade, de amor, de intimidade, que dá sentido à caminhada do cristão. Aparentemente, esta questão não tem muito a ver com o tema principal da liturgia deste domingo; no entanto, podemos ligar a reflexão desta leitura com o tema central da liturgia de hoje – a humildade, a gratuidade, o amor desinteressado – através do tema da exigência: a vida cristã – essa vida que brota do encontro com o amor de Deus – é uma vida que exige de nós determinados valores e atitudes, entre os quais avultam a humildade, a simplicidade, o amor que se faz dom.

in http://www.ecclesia.pt/cgi-bin/comentario.pl?id=452
- XXII Domingo do Tempo Comum (ano C)

 
XXVI Semana da Pastoral Social PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

vai realizar-se em Fátima (Centro Pastoral Paulo VI, Salão do Bom Pastor) de 14 a 16 de Setembro a XXVI Semana da Pastoral Social a propósito da encíclica Caritas in veritate, denominando-a, por isso, "Dar-se de verdade. Para um desenvolvimento solidário".

Esta acção permitirá que todos os que de alguma forma intervêm nas nossas instituições de acção social possam aprofundar as linhas da identidade cristã que as distingue e se sentirem animados num agir mais criativo e radical.

Anexamos os links do respectivo programa e ficha de inscrição

 
Catequese Paroquial - Inscrições/Renovações PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

As inscrições das crianças que vão frequentar o 1ºano de Catequese Paroquial, constituem uma oportunidade de pais e catequistas se encontrarem, conhecerem e tirarem dúvidas sobre o funcionamento desta cooperação mútua família/catequese.

Por isso, as inscrições são feitas junto dos catequistas, nos dias e horas que indicamos, desde já:

  • de 6 a 17 de Setembro:
     - das 17h às 19h30, no Centro Paroquial da Glória;
     - das 18h30 às 20h, na Igreja de Santiago.

Para renovar a matrícula dos seus filhos na catequese paroquial, os pais devem dirigir-se ao Secretarisdo Paroquial no horário de funcionamento do mesmo:

  • de segunda a sexta, das 10h30 às 12h30 e das 14h30 às 19h30;
  • sábado das 10h30 às 12h.
 
Repensar Juntos a Pastoral da Igreja em Portugal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Pastor   

A Igreja em Portugalrepensa o modo de fazer pastoral. Na assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), realizada hoje (17 de Junho), em Fátima, foi apresentado o instrumento de trabalho para os próximos anos.

Repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal é a linha mestra do programa. “Pretende-se envolver num caminho sinodal, em comunhão e colaboração, a nível diocesano e nacional, os múltiplos agentes pastorais” – sublinha o instrumento de trabalho. E adianta: “Não se trata de realizar um sínodo nacional mas tão só adoptar o espírito e o estilo sinodal”.

Os bispos portugueses propõem como método o “discernimento pastoral”. “Trata-se de um processo de observação, análise e perscrutação dos sinais de Deus na realidade da vida da Sociedade e da Igreja” – lê-se no documento.

Para colocar em andamento este processo, “propõe-se a todos os pastores das dioceses e aos dirigentes e responsáveis das variadas expressões da Igreja em Portugal a prática da comunhão e da colaboração eclesial em ordem à identificação das linhas comuns de acção pastoral”.

Nas Jornadas Pastorais do Episcopado (realizadas em Fátima, de 14 a 17 de Junho), a CEP começa o processo de «repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal», revendo experiências e ouviu o contributo de peritos em teologia e pastoral e de figuras da sociedade civil e da cultura. De Junho deste ano a Março de 2011 far-se-á o trabalho de discernimento pastoral.

Na assembleia Plenária de Novembro de 2011 da CEP define-se as orientações pastorais comuns para a Igreja em Portugal e “três anos depois (2014), pelos meios julgados oportunos, a CEP avaliará o caminho pastoral feito e os seus frutos, e, se assim o entender, definirá a sua continuidade” – realça o documento.

Traços da situação actual
A Igreja – nas suas múltiplas dioceses, congregações religiosas, movimentos, novas comunidades, associações de fiéis – vive dispersa “em inúmeras actividades, encontros, jornadas, congressos, instituições que parecem não ter ligação entre si nem dar aquela vitalidade e inovação significativa na vida dos cristãos, nem irradiar sinais de esperança na sociedade em que vivemos”.

O processo de catequético, sobretudo na infância e adolescência, foi recentemente “renovado e alargado”, mas “observa-se que, a não ser numa pequena percentagem, acaba por não gerar cristãos vivos e empenhados”.

As cartas, notas, mensagens e outros documentos pastorais da Conferência Episcopal têm “algum impacto no momento em que são publicados, mas depois são esquecidos, não chegando a dar os frutos desejados”.

Ao mesmo tempo que se “nota decréscimo em vários aspectos na Igreja em Portugal”, também há “sinais novos”: “desenvolveu-se bastante a participação laical, quer no interior das comunidades cristãs quer mesmo nalgumas causas” – afirma o documento.

Três aspectos para uma «nova maneira de ser Igreja»
Analisando a situação da Igreja em Portugal “parecem emergir três questões cuja resposta pode indicar o caminho para as prioridades da acção pastoral”. O documento adianta: “a exigência da formação cristã, para sermos melhores fiéis e darmos testemunho do Evangelho; o empenho criativo, ardente e frutuoso na nova evangelização, com um modo cristão e eclesial novo de estar e agir no mundo; a reorganização das comunidades cristãs, que passa pela descoberta de novas formas de exercício do ministério sacerdotal e a implementação da diversidade de ministérios eclesiais”.

Actualizado em ( Sexta, 18 Junho 2010 11:41 )